03 motivos para não ser MEI: veja quais são eles aqui!

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O MEI, microempreendedor individual, é um porte de empresa mais simplificado que está dentro do Simples Nacional e que permite a arrecadação de impostos de valor fixo através do DAS, que é emitido através do PGMEI. Esse porte de empresa permite o faturamento de até R$ 81 mil por ano e garante que seja possível contratar apenas um colaborador. Outra obrigação anual, além do pagamento do DAS MEI, é em relação à declaração de faturamento que deve ser feita apenas uma vez por ano.

Apesar de ser uma alternativa positiva para quem está começando, existem motivos para não optar por ele a longo prazo. E é sobre isso que a ATSHOP irá abordar neste artigo de hoje: separamos uma lista de porquês para que você entenda qual é o melhor porte de empresa para o seu tipo de caso e o que mais vale a pena. Quer saber mais sobre o assunto? Portanto, continue a leitura conosco.

1. Limite de faturamento está estagnado para MEI

Tanto a Câmara de Deputados quanto o Senado estão discutindo sobre a possibilidade de alterar o limite de faturamento do microempreendedor individual durante a alta da inflação brasileira, que terminou o ano de 2021 a 10,06%. No entanto, o projeto está estagnado e existem poucas expectativas de que realmente entre em vigor durante o ano de 2022.

O limite máximo de faturamento do MEI, que está em R$ 81 mil e poderia ir para R$ 130 se o projeto fosse aprovado, está estagnado há anos e, deste modo, acaba limitando o empreendedor individual em relação ao seu crescimento empresarial. Logo, o obriga rapidamente a mudar o porte de empresa para ME e, assim sendo, ter que pagar uma quantidade ainda mais elevada de impostos.

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2. Pouca possibilidade de contratação de um colaborador

Já se sabe que uma empresa não se faz sozinha e precisa da ajuda de um colaborador e até mesmo mais que um. O MEI permite que haja a contratação de apenas um funcionário com carteira de trabalho assinada. Desta forma, faz com que o empresário tenha que optar, em alguns casos, pode contratar pessoas jurídicas – ou seja, outras empresas com CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) para realizar um serviço, sem que haja o vínculo empregatício e o cumprimento de horários como é exigido por muitas marcas.

3. Pagamento dos impostos mesmo que esteja sem faturamento

Além de tudo isso, o empreendedor individual deve pagar os impostos mesmo que esteja sem faturamento durante o mês. O valor dos impostos podem variar de acordo com o tipo de empresa que foi aberta, sendo de R$ 61 até R$ 66. Em suma, o não pagamento do valor mensalmente ocasiona na entrada da pessoa jurídica para a dívida ativa da União e, deste modo, faz com que o empreendedor perca o CNPJ e tenha a adição de multas que chegam a 20% sobre o valor devido para a Receita Federal.

E então, tem mais alguma dúvida sobre o assunto? Comente aqui com a gente para que possamos te ajudar!

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